CPU

Abreviação de Central Processing Unit (Unidade Central de Processamento, em português).

Também chamada de “Processador”, a CPU é o cérebro de um computador. Lá ocorrem a maioria dos cálculos e instruções realizados por um sistema computadorizado e por isso é considerado o componente mais importante de um computador.

Referência: Webopedia

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CMS

Acrônimo de Content Management System, em português, Sistema de Gestão de Conteúdo e também conhecido como Sistema de Gerenciamento de Web.

É um software ou suíte de aplicativos e ferramentas que dispoem de funcionalidades que permitem criar, editar e publicar eletrônicamente conteúdos.

A grande maioria dos Gerenciadores de Conteúdo ofericidos no mercado são baseados em web – que permite ao editor publicar o conteúdo na rede mundial de computadores. Além disso, um CMS projetado para web fornece opções de indexar os conteúdos publicados em sites de buscas.

Entre os Gerenciadores de Conteúdo mais conhecidos, podemos citar o WordPress, Joomla, Drupal e Moodle, todos baseados em web e open source.

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CRT

CRT é acrônimo de Catodic Ray Tube, ou Tubo de Raios Catódicos, em português. Refere-se a uma determinada tecnologia de monitores.

Um monitor CRT funciona através do movimento de feixes de elétrons. Cada vez que o feixe faz uma passagem através da tela, ele ilumina determinados pontos (células de fósforo) no interior do tubo de vidro, que então formarão as imagens do monitor.

Referência: Webopedia

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Cluster

Cluster é utilizado para referir-se a um conjunto de setores do hard disk. Ele é a menor parte do HD que é acessado pelo Sistema Operacional e possui um  endereço único.

Seu tamanho varia e é definido de acordo com o sistema de arquivos escolhido na formatação do HD. Por exemplo:

  • Um cluster no sistema FAT 16 tem até 32KB;
  • Um cluster no sistema FAT 32 tem 4KB;
  • Um cluster no sistema NTFS tem entre 512 bytes e 4KB, de acordo com o tamanho da partição.

É importante observar ainda que, um grande arquivo pode ser alocado em vários clusters mas um cluster não não tem mais do que um arquivo, independentemente de seu tamanho.

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Criptografia

A palavra criptografia tem origem grega e significa a arte de escrever em códigos de forma a esconder a informação na forma de um texto incompreensível. Desta forma, na Tecnologia da Informação, criptografar um arquivo ou uma transação é uma opção de segurança que é largamente utilizada para proteger informações e dados.

Para cifrar um arquivo ou mensagem é utilizado um conjunto de cálculos que impedem a leitura/compreenssão do arquivo até que ele seja decodificado.

Vale salientar ainda, que a cifragem e a decifragem são realizadas por programas de computador chamados de cifradores e decifradores.

Referência: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI

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Certificado Digital

Trata-se um documento eletrônico assinado digitalmente e que contém informações referentes ao emitente e que permite que transações eletrônicas dos mais diversos tipos sejam feitas considerando sua integridade, sua autenticidade e sua confidencialidade, de forma a evitar que adulterações, interceptações ou outros tipos de fraude ocorram.

Um Certificado Digital normalmente apresenta as seguintes informações:

  • informações da pessoa ou entidade a associada à chave pública;
  • período de validade do certificado;
  • chave pública;
  • nome e assinatura da entidade que assinou o certificado;
  • número de série.

Um exemplo comum do uso de certificados digitais é o acesso ao serviço bancário via Internet. Os bancos possuem certificado para autenticar-se perante o cliente, assegurando que o acesso está realmente ocorrendo com o servidor do banco. E o cliente, ao solicitar um serviço, como por exemplo, acesso ao saldo da conta corrente, pode utilizar o seu certificado para autenticar-se perante o banco.

Referência: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI

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