Como alterar a letra de uma unidade de disco
Se você não gostar da letra que o Windows atribuiu à unidade nova, ou se quiser organizar as letras das unidades de forma específica, você pode alterar a letra da unidade.
Você pode atribuir letras de C a Z para cada unidade do computador. (As letras A e B são geralmente reservadas para as unidades de disco flexível, mas se o computador não tiver essas unidades, você pode atribuir A e B para os volumes).
Tal alteração pode ser realizada por meio do programa de “Gerenciamento do Computador” do Windows… Siga o tutorial abaixo e veja como realizar tal alteração:
1.
Para abrir Gerenciamento do Computador, clique no botão “Iniciar” » “Painel de Controle” » “Sistema e Manutenção” » “Ferramentas Administrativas”;
Ativar/Desativar conta de Administrador
As medidas de segurança adotadas pelo Windows Vista/Seven trazem, por padrão, a conta de Administrador desativada. Tal medida pode gerar frustrações quando se precisa atualizar o sistema ou instalar programas, pois, para cada tentativa de executar algum aplicativo, o Windows pede uma confirmação daquela ação. Uma solução paliativa é selecionar a opção “Executar como Administrador” para evitar que a mensagem irritante apareça.
Para resolver o problema de forma definitiva e habilitar a conta do Administrador e lhe dar acesso total siga os seguintes passos:
1.)
Através do menu “Iniciar”, vá até o ítem “Prompt de Comando”, clique com o botão direito, e clique em “Executar como administrador”.
read moreExtraia o áudio de vídeos da internet
Mais um excelente serviço encontrado na web! A função deste site é extrair o áudio de vídeos da web sem que você tenha que instalar nenhum programa!
O Video2MP3 é um conversor gratuito de web vídeos para MP3. Ele permite que você converta e baixe um vídeo como arquivo MP3.
Trata-se de um serviço rápido, grátis e que não requer cadastro.
Tudo que você precisa é da URL do vídeo, e o software vai transferir o vídeo para o servidor, extrair o áudio MP3 e fornecer um link para que você baixe o arquivo de áudio. Assim, você pode ouvir as suas músicas favoritas do YouTube em qualquer MP3 player.
Veja como você pode fazer o donwload de sua música pelo Video2MP3:
01.)
Baixe vídeos do YouTube sem instalar nada
Aqui vai uma excelente dica para quem assitiu algum vídeo no YouTube, gostou e deseja baixá-lo…
A dúvida é: Qual programa usar?
Nossa resposta é nenhum!
Isso mesmo, é possível baixar praticamente qualquer vídeo do YouTube (e até mesmo outros sites) pelo site KeepVid.
Trata-se de um site muito útil e de fácil utilização…
Veja como baixar neste pequeno tutorial:
- 1º Passo:
- 2º Passo:
- 3º Passo:
- 4º e último passo:
Você pode baixar vídeos do Google, Youtube, iFilm, Putfile, Metacafe, DailyMotion entre outros!
Observação/Lembrete: Se você optar por baixar no formato .flv, você precisará ter instalado os codecs corretos para assistir ao vídeo.
Divirta-se!
Reconhecendo e Tirando um Vírus
A falta de informação das pessoas aliada à falta de segurança do Windows traz sérios riscos, e não é de hoje. Um programa com código malicioso executado no computador pode fazer coisas das mais terríveis. Tudo bem, isso já é do conhecimento de todos, mas de qualquer forma as pessoas precisam usar seus computadores, e estes devem estar livres de pragas.
Usar antivírus? Antispyware? Firewall? Até que ponto isso é verdadeiro?
Na verdade, na nossa (humilde) opinião, as pessoas deveriam saber o que abrir, o que fazer e como agir e não dependermos de “N” programas que são executados em nosso computador, tornando-o mais lento…
E como ninguém nasce sabendo, ofereço aqui algumas noções importantes para detectar e eliminar boa parte dos malwares que infectam o (frágil) Windows. Além, é claro, de tentar conscientizar um pouco sobre medidas de segurança que boa parte das pessoas sabem – ou pelo menos já ouviram falar – mas não as cumpre. Bom… Vamos lá!
Fui infectado! E agora?
Esses dias entrou um malware no computador de um conhecido, daqueles que ficam enviando mensagens pelo MSN. Eles detectam a janela de conversa aberta e enviam comandos à mesma, fazendo com que um texto seja enviado para a pessoa com a qual a outra esteja conversando – como se tivesse sido digitada pela pessoa. Ele estava com o nick “Tá enviando vírus, não clique!”. E logo que abríamos a conversa normalmente vinham lá alguns dizeres “Olha as fotos que eu tirei com não sei quem, veja aqui…” seguido de um endereço de um site suspeito. Claro, clicando, mais uma pessoa seria infectada. Além disso, vai saber o que esse programinha não fazia nos “bastidores”. Hoje em dia roubar dados é a principal idéia dos malwares: senhas, contatos, tudo o que foi digitado. Foi-se o tempo em que vírus destruía apenas para se “exibir”.
Numa seção de “exorcismo virtual”, ajudei por MSN mesmo, e de uma forma bem simples. Ele, desesperado estava passando um antivírus (acredite, o nome não é importante!) e um antispyware, e nada deles detectarem a praga.
Então, lá fui eu. Pedi para ele abrir o gerenciador de tarefas do Windows na aba “Processos”, e me enviar uma imagem da tela (o famoso print screen). Com base nisso eu chutaria alguns processos e mandaria ela fechar. E isso foi feito. O malware foi fechado. A segunda parte foi um pouco mais complicada para ela, mas nada tão doloroso: abrir o “MSConfig” e desativar a inicialização do maldito (eu procuraria diretamente no registro, mas ela iria se perder). Depois de reiniciado o PC, esse pelo menos já era.
AntiVírus 0 x 1 Técnico em Informática!
Os malwares são programas como outros quaisquer. Na grande maioria das vezes, são programas que se configuram para iniciar junto com o Windows. E ficam fazendo sua ação. Seja enviar spam (usando o seu IP e a sua banda!), usar seu computador como servidor de um software P2P qualquer ou tentar capturar suas senhas.
Esses quase sempre podem ser removidos manualmente, usando programas simples de monitoramento. A idéia é simples: eles estão abertos, vamos fechá-los! E se eles se configuram para serem iniciados junto com o computador, vamos remover essa configuração. Alguns casos mais graves podem ocorrer, onde os vírus mais “poderosos” se infiltram dentro de arquivos do sistema, corrompendo-os. Aí a coisa complica, seria tarefa mais para um antivírus (agora sim, automatizada) mas normalmente dá para restaurar arquivos do sistema, caso os arquivos infectados sejam os nativos do Windows. Bem, vamos por partes…
Identificando e removendo um programa indesejado
Como no caso desse conhecido, usei uma idéia básica. Mas para isso, eu precisaria tentar chutar o programa a ser fechado, pelo nome do executável. Como saber? O Windows por si só carrega diversos programas em execução (processos) próprios, para uso do sistema. Cada programa aberto também será considerado um processo, e listado, portanto, no gerenciador de tarefas e os malwares também ficarão por ali.
A idéia é listar ou decorar os nomes dos programas do Windows que sempre se iniciam, mais aqueles que você usa e que se iniciam automaticamente também (como seu antivírus, o firewall, etc). Com base nisso, você pode ir tentando fechar os malwares. Na dúvida, uma dica é copiar o nome do programa e jogar no Google. Se for um malware conhecido, provavelmente você irá encontrar páginas (normalmente de fóruns) relatando-o. Aí não resta dúvida, basta fechá-lo.
Infelizmente o gerenciador de tarefas do Windows pode ser facilmente corrompido ou modificado, e é possível que um programa nem apareça nele. Além disso, alguns malwares bloqueiam o gerenciador de tarefas (usando recursos do próprio Windows, por incrível que possa parecer!). Eu até poderia me aprofundar um pouco mais, mas a idéia é prestar os “primeiros-socorros” a usuários iniciantes!
Continuando… O objetivo é fechar o programa “à força”, “matar o processo”, como se diz. O sistema operacional finaliza o programa e libera os recursos usados por ele (como a memória) sem notificá-lo. Algumas vezes complica um pouco, pois malwares mais elaborados podem manter duas instâncias de si mesmo, e se uma for fechada logo a outra detecta e a reabre. Mas com um pouco de paciência e prática, dá para se virar e tomar o controle. Afinal, o computador é seu, não do malware.
Pode ocorrer de você fechar um programa inofensivo realmente, por desconhecer o nome dele. Normalmente isso não lhe trará problema algum, bastará reabrir o programa que foi fechado depois. Tome o cuidado de não manter arquivos abertos ou documentos não salvos enquanto fecha os programas suspeitos, e também evite fazer isso conectado à Internet. Isso porque você pode, sem querer, fechar seu firewall e continuar por horas navegando – sem perceber que abriu as portas do seu computador para o mundo.
Bem… Fechado o programa, você pode excluir o arquivo correspondente a ele. Tome cuidado aqui, para não excluir um arquivo errado, do sistema ou de outro programa bom que você use. Antes de excluir é bom pesquisar na Internet pelo nome do executável, ou então movê-lo para uma outra pasta, ou mesmo renomeá-lo com outra extensão (por exemplo, “coisax.exe” viraria “coisax.123”).
Para excluir, você deverá saber onde se encontra o arquivo. A maioria dos spywares são instalados na pasta “system32” (creio que escolhem essa por ser uma pasta de sistema, que ainda por cima contém muitos arquivos), assim fica difícil encontrar “suspeitos” apenas olhando lá dentro. Uma dica é usar a pesquisa do sistema operacional, aquele “Pesquisar” do Iniciar, jogando o nome do arquivo desejado. Nessa tarefa, algumas configurações do Windows acabam atrapalhando. Para ficar mais seguro para você, altere estas opções:
- Na guia “Modos de exibição” das opções de pasta (menu “Ferramentas > Opções de pasta”, do Windows Explorer), marque o item “Mostrar todos os arquivos” na categoria “Arquivos ocultos”. E desmarque o “Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional”. Ainda ali, desmarque a opção que oculta as extensões dos arquivos. Depois disso, basta tomar cuidado ao renomear seus arquivos, onde você deverá digitar o nome junto com a extensão, e não apague alguns arquivos que “aparecerão” na unidade C:, como boot.ini, ntldr, etc. Esses arquivos são do sistema e ficam ocultos por padrão. Pedi para exibi-los pois assim ele não ocultará os outros arquivos, facilitando a localização dos malwares, inclusive usando o “Pesquisar”.
Pronto. Agora ficou mais fácil localizar o arquivo no disco e excluí-lo.
Voltando… Dizia eu que quase sempre os spywares estarão dentro da pasta system32, ou pelo menos na pasta do Windows… Então, mande pesquisar na pasta “C:windows” incluindo subpastas; caso não o encontre ali, mande buscar então em todos os discos rígidos locais. Pesquisando apenas na pasta do Windows a pesquisa será mais rápida, já que o buscador não terá que vasculhar todo o seu HD.
Fechado o programa, excluído o arquivo, agora falta remover o ponto de entrada de inicialização, que faz com que o programa seja carregado durante o boot do sistema. Os programas que se iniciam junto com o computador podem ficar configurados em alguns lugares diferentes no Windows. Uma forma básica de ver isso é usar o MSConfig, programinha que já vem com o Windows (exceto NT e 2000) e que lista os programas abertos.
Clique no “Iniciar > Executar”, digite msconfig e tecle enter. Na aba “Inicializar”, localize os itens desejados e desmarque o suposto malware. Depois de desmarcado, clique em Aplicar > OK. Ele pedirá para reiniciar o computador, fica a seu critério reiniciar no momento ou depois.
Dica: desativando outros itens desnecessários pelo MSConfig também, fará com que o computador inicie um pouco mais rápido e use menos memória; mas cuidado para não desativar programas importantes, como o firewall, antivírus (se você usar), etc.
Importante: sempre remova a entrada de inicialização do programa com ele fechado. Se você não fizer isso, alguns programas ficam regravando as chaves no registro enquanto estão abertos, justamente para que se você remova, logo eles regravam e serão inicializados depois, na maior cara de pau. Com eles fechados, simplesmente não têm como regravar.
Nem sempre será fácil remover programas indesejados dessa forma, mas boa parte deles podem ser removidos assim, por incrível que possa parecer!
Windows bloqueado?
Alguns spywares e malwares em geral desativam componentes do Windows, usando recursos do próprio sistema.
Isso é possível porque o Windows foi projetado para suportar diretivas de empresas e grupos, onde os funcionários podem usar os computadores, mas não alterar configurações. Alguns spywares dão uma de “administradores” no seu sistema, bloqueando diversas coisas. Entre as mais visadas estão o bloqueio da página inicial do Internet Explorer, a edição do registro pelo regedit, de forma que você não consegue abri-lo nem usar os arquivos “.reg”, e em alguns casos, bloqueiam até o gerenciador de tarefas, para evitar que sejam fechados.
*Mais duas informações úteis:
- Apenas para constar e/ou lembrar: A maioria dos spywares não têm janelas visíveis, mas têm janelas ou pelo menos controles que não ficam visíveis mas são listados.
- Diversos spywares usam nomes com XXX alguma coisa (referentes à pornografia), hk (da palavra “hacker”), ou somente números. Mas não há regras, você terá que caçar um pouco, e qualquer coisa, o Google está à disposição para nos ajudar!
O Windows é seguro?
Até aqui vimos como tentar remover pragas que já foram instaladas. Mas… O melhor é prevenir, não remediar, não é? Vamos a algumas dicas então, que a maioria acha que todo mundo já está careca de saber (mas infelizmente, não é bem assim).
Use conta limitada (não de administrador) no dia-a-dia se puder, e mantenha o HD formatado em NTFS. Isso, é muito mais seguro, apesar de não ser agradável para o uso de alguns programas. Navegando assim, os malwares não poderão se instalar em pastas do sistema (como a system32, dentro da pasta do Windows) e não afetarão as outras contas de usuário, caso haja outros perfis no mesmo PC. É possível também rodar o IE (ou outro programa qualquer) como administrador, porém, sem direitos administrativos.
Use um firewall bom. O ideal é instalar um firewall de terceiros, que proteja o computador tanto de conexões de entrada como de saída, dando a possibilidade de você decidir se elas devem ser liberadas ou não. (Dois que possuem versões gratuitas e são bastante usados são o ZoneAlarm e o Comodo).
Como saber se o sistema está infectado?
Se aparentemente seu computador funciona normal, e você quer saber se ele está infectado, pode valer a pena rodar um anti-spyware (como o SpyBot) ou até mesmo um antivírus, mandando fazer uma varredura completa. Aqui usamos os programas para aproveitar o tempo de processamento do computador, sua agilidade em comparar informações, em varrer vários arquivos e chaves do registro em busca de spywares conhecidos, etc.
Além de usar programas de detecção, vale observar o gerenciador de tarefas de tempos em tempos, o MSConfig, e ver se nada de estranho ou novo aparece por ali, sem que você tenha instalado.
Mas… Você quer segurança?
Simples: Basta manter o Windows atualizado, um firewall ativo (isso é essencial!) e o principal: não sair executando qualquer coisa que chegue por email, não instalar controles Active-X no IE de sites suspeitos, não instalar qualquer barra de ferramentas no IE (elas atuam como programas, podendo fazer o que quiser!), não baixar anexos de emails suspeitos, sempre confirmar com quem lhe enviou antes de abrir um link de algum arquivo executável para baixar (principalmente se for de extensão .exe, .com, .bat, .cmd, .scr, .pif), etc.
Na sugestão de configuração mais acima, pedi para mostrar todas as extensões. Isso pode parecer ruim num primeiro momento para usuários básicos, mas permite que você identifique melhor o arquivo. Alguns mal intencionados colocam duas extensões nos arquivos, por exemplo, foto.jpg.exe. A última é a que vale: “foto.jpg.exe” é um programa, não uma imagem. Se as extensões não fossem mostradas, o Windows exibiria apenas “foto.jpg”, e os mais inocentes poderiam abrir, rodando o malware. Com elas sendo mostradas, você sempre verá a extensão real. Se você der um duplo clique num malware ou vírus, estará autorizando a execução dele no computador, estará fazendo justamente o que o autor dele quis.
E… PRA ENCERRAR…
Não é que o Windows seja tão inseguro é a falta de informação e conhecimento que o torna assim.
[Autor do texto: Marcos Elias Picão / (editado por: Toni Info ©)]
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