Compras virtuais & segurança

Com a aproximação das tão famosas liquidações de fim de ano, muitos crackers (nome atribuído aos verdadeiros piratas da tecnologia) também preparam seus golpes no mundo virtual!

Confira abaixo dez dicas fornecidas por representantes da Kaspersky Lab, Symantec e da McAfee para evitar dores de cabeça na hora das compras on-line:

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1 – Utilize computadores conhecidos. Compras virtuais e transações pelo internet banking envolvem dados confidenciais, que despertam grande interesse nos criminosos. Por isso, é preciso redobrar os cuidados. Máquinas públicas,  podem não ter as devidas ferramentas para garantir a segurança do usuário.

2 – Não se deixe enganar pelo preço do produto. Promoções que pareçam absurdas quase sempre são sinônimo de enganação. Escolher bem a loja onde será feita a compra reduz a probabilidade de ter problemas. Os grandes sites de comércio eletrônico ainda são a melhor opção, mas, se optar por páginas desconhecidas, vá em busca de avaliações de outros usuários que já compraram.

3 – Verifique os alertas do browser. Uma letra “s” depois do “http”, na barra de endereços, indica que há segurança na conexão entre o seu computador e o servidor do site de comércio eletrônico. Outro indicador é a figura de um cadeado, geralmente mostrado na barra inferior do software. Ao clicá-lo, é possível checar qual é a certificação de segurança do site, sua validade e se foi realmente emitida para a página de e-commerce que está sendo acessada.

4 – Fique atento aos e-mails recebidos. Às vezes uma mensagem enviada por um remetente supostamente conhecido não é real, e sim uma fraude. Além disso, alguns phishings estão se tornando cada vez mais elaborados, podendo ser confundidos, inclusive, com o site legítimo.

5 – Se tiver dois ou mais computadores em casa, reserve uma máquina apenas para a diversão. A outra ficaria destinada às atividades que exigem mais cuidados com a segurança, como é o caso das compras online.

6 – Apenas um antivírus já não é suficiente para garantir a integridade dos dados do computador. É preciso ter também pelo menos antispyware (para detectar programas espiões) e firewall (contra invasões externas), mas ferramentas como antispam e antiphishing (que alertam sobre páginas potencialmente fraudulentas) são cada vez mais necessárias.

7 – Julgue o conteúdo dos sites e e-mails com bom senso e fuja da curiosidade. Se não parecer confiável, simplesmente não clique em nada.

8 – Crie senhas fortes e não utilize a mesma para todos os sites de comércio eletrônicos. Aquelas com pelo menos 14 caracteres, incluindo letras, números e símbolos como @, # e % oferecem mais proteção. Trocar as senhas periodicamente (como a cada 30 ou 45 dias) também é uma medida interessante.

9 – Alguns sites de e-commerce não permitem que o usuário desabilite o recebimento de cookies, usados para rastrear os hábitos de navegação e preferências do usuário na internet. Em nome da privacidade, evitar páginas desse tipo pode ser um bom negócio.

10 – Cartões de crédito não são a única forma de pagamento. Transações com boleto bancário, por exemplo, também são seguras, já que exigem até menos informações pessoais do consumidor na hora de gerar o documento. Além disso, é possível efetuar o pagamento direto no caixa da instituição financeira.

Tome nota das devidas precauções e boas compras!

[fonte: WNews]

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