Antivírus gratuíto

O Laboratório Digital do Olhar Digital (RedeTV) realizou testes nos principais antivírus gratuitos disponíveis no mercado.

Foram analisados os seguintes requisitos:

  1. Eficácia;
  2. Desempenho;
  3. Consumo de memória;
  4. Inteface;
  5. Idioma;
  6. Firewall;
  7. Mail Scan;
  8. Compatibilidade e
  9. Segmento (pessoal/corporativo).

Veja o vídeo com a análise e o resultado:

Você pode ver a matéria original AQUI.

Fonte: Olhar Digital
read more

Proteja suas pastas com senha

Seu computador é compartilhado e você precisa de privacidade?

Então, aqui vai uma dica que te ajudará a solucionar este problema!  =)

Bom, primeiramente é preciso ter em mente que existem diversas formas de proteger seus arquivos. Existem muitos programas que realizam esta função, porém, aqui vamos usar um recurso do próprio Windows.

folder_protect

Então… Mãos à obra…

1) Selecione a pasta que você deseja proteger e clique com o botão direito do mouse. No menu “Enviar para” escolha a opção “Pasta compactada (zipada)”. Um segundo arquivo será criado, desta vez compactado e salvo no mesmo diretório.

2) Nesta pasta compacta, clique duas vezes e abra sua pasta. Agora, vá ao menu “Arquivo” e vá até “Adicionar senha padrão”.

3) Crie uma senha segura (o ideal é que o código tenha entre oito e 12 caracteres). Todavia, é bom lembrar que por mais secreta que seja a senha, ela deve ser de fácil memorização para que você não precise ficar anotando no papel.

4) O último processo é digitar novamente a mesma senha e, em seguida, clicar em “Ok”.

Pronto, de maneira rápida e simples você já limitou o acesso aos seus arquivos pessoais!

read more

Reconhecendo e Tirando um Vírus

A falta de informação das pessoas aliada à falta de segurança do Windows traz sérios riscos, e não é de hoje. Um programa com código malicioso executado no computador pode fazer coisas das mais terríveis. Tudo bem, isso já é do conhecimento de todos, mas de qualquer forma as pessoas precisam usar seus computadores, e estes devem estar livres de pragas.

Usar antivírus? Antispyware? Firewall? Até que ponto isso é verdadeiro?
Na verdade, na nossa (humilde) opinião, as pessoas deveriam saber o que abrir, o que fazer e como agir e não dependermos de “N” programas que são executados em nosso computador, tornando-o mais lento…
E como ninguém nasce sabendo, ofereço aqui algumas noções importantes para detectar e eliminar boa parte dos malwares que infectam o (frágil) Windows. Além, é claro, de tentar conscientizar um pouco sobre medidas de segurança que boa parte das pessoas sabem – ou pelo menos já ouviram falar – mas não as cumpre. Bom… Vamos lá!

Fui infectado! E agora?

Esses dias entrou um malware no computador de um conhecido, daqueles que ficam enviando mensagens pelo MSN. Eles detectam a janela de conversa aberta e enviam comandos à mesma, fazendo com que um texto seja enviado para a pessoa com a qual a outra esteja conversando – como se tivesse sido digitada pela pessoa. Ele estava com o nick “Tá enviando vírus, não clique!”. E logo que abríamos a conversa normalmente vinham lá alguns dizeres “Olha as fotos que eu tirei com não sei quem, veja aqui…” seguido de um endereço de um site suspeito. Claro, clicando, mais uma pessoa seria infectada. Além disso, vai saber o que esse programinha não fazia nos “bastidores”. Hoje em dia roubar dados é a principal idéia dos malwares: senhas, contatos, tudo o que foi digitado. Foi-se o tempo em que vírus destruía apenas para se “exibir”.

Numa seção de “exorcismo virtual”, ajudei por MSN mesmo, e de uma forma bem simples. Ele, desesperado estava passando um antivírus (acredite, o nome não é importante!) e um antispyware, e nada deles detectarem a praga.

Então, lá fui eu. Pedi para ele abrir o gerenciador de tarefas do Windows na aba “Processos”, e me enviar uma imagem da tela (o famoso print screen). Com base nisso eu chutaria alguns processos e mandaria ela fechar. E isso foi feito. O malware foi fechado. A segunda parte foi um pouco mais complicada para ela, mas nada tão doloroso: abrir o “MSConfig” e desativar a inicialização do maldito (eu procuraria diretamente no registro, mas ela iria se perder). Depois de reiniciado o PC, esse pelo menos já era.

AntiVírus 0 x 1 Técnico em Informática!

Os malwares são programas como outros quaisquer. Na grande maioria das vezes, são programas que se configuram para iniciar junto com o Windows. E ficam fazendo sua ação. Seja enviar spam (usando o seu IP e a sua banda!), usar seu computador como servidor de um software P2P qualquer ou tentar capturar suas senhas.

Esses quase sempre podem ser removidos manualmente, usando programas simples de monitoramento. A idéia é simples: eles estão abertos, vamos fechá-los! E se eles se configuram para serem iniciados junto com o computador, vamos remover essa configuração. Alguns casos mais graves podem ocorrer, onde os vírus mais “poderosos” se infiltram dentro de arquivos do sistema, corrompendo-os. Aí a coisa complica, seria tarefa mais para um antivírus (agora sim, automatizada) mas normalmente dá para restaurar arquivos do sistema, caso os arquivos infectados sejam os nativos do Windows. Bem, vamos por partes…
Identificando e removendo um programa indesejado

Como no caso desse conhecido, usei uma idéia básica. Mas para isso, eu precisaria tentar chutar o programa a ser fechado, pelo nome do executável. Como saber? O Windows por si só carrega diversos programas em execução (processos) próprios, para uso do sistema. Cada programa aberto também será considerado um processo, e listado, portanto, no gerenciador de tarefas e os malwares também ficarão por ali.

A idéia é listar ou decorar os nomes dos programas do Windows que sempre se iniciam, mais aqueles que você usa e que se iniciam automaticamente também (como seu antivírus, o firewall, etc). Com base nisso, você pode ir tentando fechar os malwares. Na dúvida, uma dica é copiar o nome do programa e jogar no Google. Se for um malware conhecido, provavelmente você irá encontrar páginas (normalmente de fóruns) relatando-o. Aí não resta dúvida, basta fechá-lo.

Infelizmente o gerenciador de tarefas do Windows pode ser facilmente corrompido ou modificado, e é possível que um programa nem apareça nele. Além disso, alguns malwares bloqueiam o gerenciador de tarefas (usando recursos do próprio Windows, por incrível que possa parecer!). Eu até poderia me aprofundar um pouco mais, mas a idéia é prestar os “primeiros-socorros” a usuários iniciantes!


Continuando… O objetivo é fechar o programa “à força”, “matar o processo”, como se diz. O sistema operacional finaliza o programa e libera os recursos usados por ele (como a memória) sem notificá-lo. Algumas vezes complica um pouco, pois malwares mais elaborados podem manter duas instâncias de si mesmo, e se uma for fechada logo a outra detecta e a reabre. Mas com um pouco de paciência e prática, dá para se virar e tomar o controle. Afinal, o computador é seu, não do malware.

Pode ocorrer de você fechar um programa inofensivo realmente, por desconhecer o nome dele. Normalmente isso não lhe trará problema algum, bastará reabrir o programa que foi fechado depois. Tome o cuidado de não manter arquivos abertos ou documentos não salvos enquanto fecha os programas suspeitos, e também evite fazer isso conectado à Internet. Isso porque você pode, sem querer, fechar seu firewall e continuar por horas navegando – sem perceber que abriu as portas do seu computador para o mundo.

Bem… Fechado o programa, você pode excluir o arquivo correspondente a ele. Tome cuidado aqui, para não excluir um arquivo errado, do sistema ou de outro programa bom que você use. Antes de excluir é bom pesquisar na Internet pelo nome do executável, ou então movê-lo para uma outra pasta, ou mesmo renomeá-lo com outra extensão (por exemplo, “coisax.exe” viraria “coisax.123”).

Para excluir, você deverá saber onde se encontra o arquivo. A maioria dos spywares são instalados na pasta “system32” (creio que escolhem essa por ser uma pasta de sistema, que ainda por cima contém muitos arquivos), assim fica difícil encontrar “suspeitos” apenas olhando lá dentro. Uma dica é usar a pesquisa do sistema operacional, aquele “Pesquisar” do Iniciar, jogando o nome do arquivo desejado. Nessa tarefa, algumas configurações do Windows acabam atrapalhando. Para ficar mais seguro para você, altere estas opções:

  • Na guia “Modos de exibição” das opções de pasta (menu “Ferramentas > Opções de pasta”, do Windows Explorer), marque o item “Mostrar todos os arquivos” na categoria “Arquivos ocultos”. E desmarque o “Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional”. Ainda ali, desmarque a opção que oculta as extensões dos arquivos. Depois disso, basta tomar cuidado ao renomear seus arquivos, onde você deverá digitar o nome junto com a extensão, e não apague alguns arquivos que “aparecerão” na unidade C:, como boot.ini, ntldr, etc. Esses arquivos são do sistema e ficam ocultos por padrão. Pedi para exibi-los pois assim ele não ocultará os outros arquivos, facilitando a localização dos malwares, inclusive usando o “Pesquisar”.

Pronto. Agora ficou mais fácil localizar o arquivo no disco e excluí-lo.

Voltando… Dizia eu que quase sempre os spywares estarão dentro da pasta system32, ou pelo menos na pasta do Windows… Então, mande pesquisar na pasta “C:windows” incluindo subpastas; caso não o encontre ali, mande buscar então em todos os discos rígidos locais. Pesquisando apenas na pasta do Windows a pesquisa será mais rápida, já que o buscador não terá que vasculhar todo o seu HD.

Fechado o programa, excluído o arquivo, agora falta remover o ponto de entrada de inicialização, que faz com que o programa seja carregado durante o boot do sistema. Os programas que se iniciam junto com o computador podem ficar configurados em alguns lugares diferentes no Windows. Uma forma básica de ver isso é usar o MSConfig, programinha que já vem com o Windows (exceto NT e 2000) e que lista os programas abertos.

Clique no “Iniciar > Executar”, digite msconfig e tecle enter. Na aba “Inicializar”, localize os itens desejados e desmarque o suposto malware. Depois de desmarcado, clique em Aplicar > OK. Ele pedirá para reiniciar o computador, fica a seu critério reiniciar no momento ou depois.

Dica: desativando outros itens desnecessários pelo MSConfig também, fará com que o computador inicie um pouco mais rápido e use menos memória; mas cuidado para não desativar programas importantes, como o firewall, antivírus (se você usar), etc.

Importante: sempre remova a entrada de inicialização do programa com ele fechado. Se você não fizer isso, alguns programas ficam regravando as chaves no registro enquanto estão abertos, justamente para que se você remova, logo eles regravam e serão inicializados depois, na maior cara de pau. Com eles fechados, simplesmente não têm como regravar.

Nem sempre será fácil remover programas indesejados dessa forma, mas boa parte deles podem ser removidos assim, por incrível que possa parecer!    :)

Windows bloqueado?

Alguns spywares e malwares em geral desativam componentes do Windows, usando recursos do próprio sistema.

Isso é possível porque o Windows foi projetado para suportar diretivas de empresas e grupos, onde os funcionários podem usar os computadores, mas não alterar configurações. Alguns spywares dão uma de “administradores” no seu sistema, bloqueando diversas coisas. Entre as mais visadas estão o bloqueio da página inicial do Internet Explorer, a edição do registro pelo regedit, de forma que você não consegue abri-lo nem usar os arquivos “.reg”, e em alguns casos, bloqueiam até o gerenciador de tarefas, para evitar que sejam fechados.

*Mais duas informações úteis:

  • Apenas para constar e/ou lembrar: A maioria dos spywares não têm janelas visíveis, mas têm janelas ou pelo menos controles que não ficam visíveis mas são listados.
  • Diversos spywares usam nomes com XXX alguma coisa (referentes à pornografia), hk (da palavra “hacker”), ou somente números. Mas não há regras, você terá que caçar um pouco, e qualquer coisa, o Google está à disposição para nos ajudar;)

O Windows é seguro?

Até aqui vimos como tentar remover pragas que já foram instaladas. Mas… O melhor é prevenir, não remediar, não é? Vamos a algumas dicas então, que a maioria acha que todo mundo já está careca de saber (mas infelizmente, não é bem assim).

Use conta limitada (não de administrador) no dia-a-dia se puder, e mantenha o HD formatado em NTFS. Isso,  é muito mais seguro, apesar de não ser agradável para o uso de alguns programas. Navegando assim, os malwares não poderão se instalar em pastas do sistema (como a system32, dentro da pasta do Windows) e não afetarão as outras contas de usuário, caso haja outros perfis no mesmo PC. É possível também rodar o IE (ou outro programa qualquer) como administrador, porém, sem direitos administrativos.

Use um firewall bom. O ideal é instalar um firewall de terceiros, que proteja o computador tanto de conexões de entrada como de saída, dando a possibilidade de você decidir se elas devem ser liberadas ou não.
(Dois que possuem versões gratuitas e são bastante usados são o ZoneAlarm e o Comodo).


Como saber se o sistema está infectado?

Se aparentemente seu computador funciona normal, e você quer saber se ele está infectado, pode valer a pena rodar um anti-spyware (como o SpyBot) ou até mesmo um antivírus, mandando fazer uma varredura completa. Aqui usamos os programas para aproveitar o tempo de processamento do computador, sua agilidade em comparar informações, em varrer vários arquivos e chaves do registro em busca de spywares conhecidos, etc.

Além de usar programas de detecção, vale observar o gerenciador de tarefas de tempos em tempos, o MSConfig, e ver se nada de estranho ou novo aparece por ali, sem que você tenha instalado.

Mas… Você quer segurança?

Simples: Basta manter o Windows atualizado, um firewall ativo (isso é essencial!) e o principal: não sair executando qualquer coisa que chegue por email, não instalar controles Active-X no IE de sites suspeitos, não instalar qualquer barra de ferramentas no IE (elas atuam como programas, podendo fazer o que quiser!), não baixar anexos de emails suspeitos, sempre confirmar com quem lhe enviou antes de abrir um link de algum arquivo executável para baixar (principalmente se for de extensão .exe, .com, .bat, .cmd, .scr, .pif), etc.

Na sugestão de configuração mais acima, pedi para mostrar todas as extensões. Isso pode parecer ruim num primeiro momento para usuários básicos, mas permite que você identifique melhor o arquivo. Alguns mal intencionados colocam duas extensões nos arquivos, por exemplo, foto.jpg.exe. A última é a que vale: “foto.jpg.exe” é um programa, não uma imagem. Se as extensões não fossem mostradas, o Windows exibiria apenas “foto.jpg”, e os mais inocentes poderiam abrir, rodando o malware. Com elas sendo mostradas, você sempre verá a extensão real. Se você der um duplo clique num malware ou vírus, estará autorizando a execução dele no computador, estará fazendo justamente o que o autor dele quis.

E… PRA ENCERRAR…

Não é que o Windows seja tão inseguro é a falta de informação e conhecimento que o torna assim.

[Autor do texto: Marcos Elias Picão  / (editado por: Toni Info ©)]

read more

Compras virtuais & segurança

Com a aproximação das tão famosas liquidações de fim de ano, muitos crackers (nome atribuído aos verdadeiros piratas da tecnologia) também preparam seus golpes no mundo virtual!

Confira abaixo dez dicas fornecidas por representantes da Kaspersky Lab, Symantec e da McAfee para evitar dores de cabeça na hora das compras on-line:

buy-key

1 – Utilize computadores conhecidos. Compras virtuais e transações pelo internet banking envolvem dados confidenciais, que despertam grande interesse nos criminosos. Por isso, é preciso redobrar os cuidados. Máquinas públicas,  podem não ter as devidas ferramentas para garantir a segurança do usuário.

2 – Não se deixe enganar pelo preço do produto. Promoções que pareçam absurdas quase sempre são sinônimo de enganação. Escolher bem a loja onde será feita a compra reduz a probabilidade de ter problemas. Os grandes sites de comércio eletrônico ainda são a melhor opção, mas, se optar por páginas desconhecidas, vá em busca de avaliações de outros usuários que já compraram.

3 – Verifique os alertas do browser. Uma letra “s” depois do “http”, na barra de endereços, indica que há segurança na conexão entre o seu computador e o servidor do site de comércio eletrônico. Outro indicador é a figura de um cadeado, geralmente mostrado na barra inferior do software. Ao clicá-lo, é possível checar qual é a certificação de segurança do site, sua validade e se foi realmente emitida para a página de e-commerce que está sendo acessada.

4 – Fique atento aos e-mails recebidos. Às vezes uma mensagem enviada por um remetente supostamente conhecido não é real, e sim uma fraude. Além disso, alguns phishings estão se tornando cada vez mais elaborados, podendo ser confundidos, inclusive, com o site legítimo.

5 – Se tiver dois ou mais computadores em casa, reserve uma máquina apenas para a diversão. A outra ficaria destinada às atividades que exigem mais cuidados com a segurança, como é o caso das compras online.

6 – Apenas um antivírus já não é suficiente para garantir a integridade dos dados do computador. É preciso ter também pelo menos antispyware (para detectar programas espiões) e firewall (contra invasões externas), mas ferramentas como antispam e antiphishing (que alertam sobre páginas potencialmente fraudulentas) são cada vez mais necessárias.

7 – Julgue o conteúdo dos sites e e-mails com bom senso e fuja da curiosidade. Se não parecer confiável, simplesmente não clique em nada.

8 – Crie senhas fortes e não utilize a mesma para todos os sites de comércio eletrônicos. Aquelas com pelo menos 14 caracteres, incluindo letras, números e símbolos como @, # e % oferecem mais proteção. Trocar as senhas periodicamente (como a cada 30 ou 45 dias) também é uma medida interessante.

9 – Alguns sites de e-commerce não permitem que o usuário desabilite o recebimento de cookies, usados para rastrear os hábitos de navegação e preferências do usuário na internet. Em nome da privacidade, evitar páginas desse tipo pode ser um bom negócio.

10 – Cartões de crédito não são a única forma de pagamento. Transações com boleto bancário, por exemplo, também são seguras, já que exigem até menos informações pessoais do consumidor na hora de gerar o documento. Além disso, é possível efetuar o pagamento direto no caixa da instituição financeira.

Tome nota das devidas precauções e boas compras!

[fonte: WNews]
read more
Página 2 de 212