Keylogger
Keylogger pode ser traduzido para o português como “registrador de teclado”.
Keyloggers são programas capazes de capturar e armazenar tudo o que for digitado por um usuário num computador com este spyware. Sua finalidade principal é capturar senhas bancárias ou números de cartões de crédito para uso ilícito.
Por se tratar de uma ameaça real, é altamente recomendado o uso de softwares de proteção como anti-vírus, anti-spywares e firewalls.
read moreVírus, Spyware e afins
Diariamente milhares de computadores são infectados por alguma “praga virtual“. Mas… Você sabe diferência-las?
Neste post vamos falar um pouco sobre estas pragas e difini-las…
Malware:
Combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programas maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc. Desta forma, malware engloma programas maliciosos e invasivos.
Geralmente atuam no computador sem que o usuário o perceba.
Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outras categorias menos conhecidas.

- Vírus:
Os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.
Eles se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.
Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.
Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.
- Worm:
Trata-se de um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).
Os worms (verme, em inglês) são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.
- Trojan:
Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.
Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente. Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.
- Rootkits:
Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque eles tentam obter o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.
O grande “mérito” do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.
- Spyware:
Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.
Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).
- Adware:
Geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.
Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.
Bom…
Estes são as principais categorias de malwares existentes!
Fique atento e previna-se! =]
[Fonte: Baixaki]
read moreAdvanced SystemCare
Este programa de ajuste geral de sistema da IObit.com vai ajudar a manter seu PC funcionando. Ele varre sua máquina em busca de spyware, problemas no Registro do Windows, ameaças à privacidade e arquivos lixo que um dia já foram úteis ao sistema, mas que não são mais necessários.

Você pode, então, dizer ao programa que limpe tudo o que encontrar ou que pergunte o que você quer arrumar.

Repare que o software vai instalar a barra de ferramentas do Yahoo por padrão, ou seja, se isso não for sua intenção, desmarque a opção durante a instalação. Funciona com Windows 2000, XP e Vista.
## Resumo do Arquivo: ##
Nome: Advanced SystemCare Free
Tipo: Utilitário de Sistema
Tamanho do Arquivo: 7.4 MB
Formato do Arquivo: .rar. → .exe
≡ Servidores para download ≡
read moreReconhecendo e Tirando um Vírus
A falta de informação das pessoas aliada à falta de segurança do Windows traz sérios riscos, e não é de hoje. Um programa com código malicioso executado no computador pode fazer coisas das mais terríveis. Tudo bem, isso já é do conhecimento de todos, mas de qualquer forma as pessoas precisam usar seus computadores, e estes devem estar livres de pragas.
Usar antivírus? Antispyware? Firewall? Até que ponto isso é verdadeiro?
Na verdade, na nossa (humilde) opinião, as pessoas deveriam saber o que abrir, o que fazer e como agir e não dependermos de “N” programas que são executados em nosso computador, tornando-o mais lento…
E como ninguém nasce sabendo, ofereço aqui algumas noções importantes para detectar e eliminar boa parte dos malwares que infectam o (frágil) Windows. Além, é claro, de tentar conscientizar um pouco sobre medidas de segurança que boa parte das pessoas sabem – ou pelo menos já ouviram falar – mas não as cumpre. Bom… Vamos lá!
Fui infectado! E agora?
Esses dias entrou um malware no computador de um conhecido, daqueles que ficam enviando mensagens pelo MSN. Eles detectam a janela de conversa aberta e enviam comandos à mesma, fazendo com que um texto seja enviado para a pessoa com a qual a outra esteja conversando – como se tivesse sido digitada pela pessoa. Ele estava com o nick “Tá enviando vírus, não clique!”. E logo que abríamos a conversa normalmente vinham lá alguns dizeres “Olha as fotos que eu tirei com não sei quem, veja aqui…” seguido de um endereço de um site suspeito. Claro, clicando, mais uma pessoa seria infectada. Além disso, vai saber o que esse programinha não fazia nos “bastidores”. Hoje em dia roubar dados é a principal idéia dos malwares: senhas, contatos, tudo o que foi digitado. Foi-se o tempo em que vírus destruía apenas para se “exibir”.
Numa seção de “exorcismo virtual”, ajudei por MSN mesmo, e de uma forma bem simples. Ele, desesperado estava passando um antivírus (acredite, o nome não é importante!) e um antispyware, e nada deles detectarem a praga.
Então, lá fui eu. Pedi para ele abrir o gerenciador de tarefas do Windows na aba “Processos”, e me enviar uma imagem da tela (o famoso print screen). Com base nisso eu chutaria alguns processos e mandaria ela fechar. E isso foi feito. O malware foi fechado. A segunda parte foi um pouco mais complicada para ela, mas nada tão doloroso: abrir o “MSConfig” e desativar a inicialização do maldito (eu procuraria diretamente no registro, mas ela iria se perder). Depois de reiniciado o PC, esse pelo menos já era.
AntiVírus 0 x 1 Técnico em Informática!
Os malwares são programas como outros quaisquer. Na grande maioria das vezes, são programas que se configuram para iniciar junto com o Windows. E ficam fazendo sua ação. Seja enviar spam (usando o seu IP e a sua banda!), usar seu computador como servidor de um software P2P qualquer ou tentar capturar suas senhas.
Esses quase sempre podem ser removidos manualmente, usando programas simples de monitoramento. A idéia é simples: eles estão abertos, vamos fechá-los! E se eles se configuram para serem iniciados junto com o computador, vamos remover essa configuração. Alguns casos mais graves podem ocorrer, onde os vírus mais “poderosos” se infiltram dentro de arquivos do sistema, corrompendo-os. Aí a coisa complica, seria tarefa mais para um antivírus (agora sim, automatizada) mas normalmente dá para restaurar arquivos do sistema, caso os arquivos infectados sejam os nativos do Windows. Bem, vamos por partes…
Identificando e removendo um programa indesejado
Como no caso desse conhecido, usei uma idéia básica. Mas para isso, eu precisaria tentar chutar o programa a ser fechado, pelo nome do executável. Como saber? O Windows por si só carrega diversos programas em execução (processos) próprios, para uso do sistema. Cada programa aberto também será considerado um processo, e listado, portanto, no gerenciador de tarefas e os malwares também ficarão por ali.
A idéia é listar ou decorar os nomes dos programas do Windows que sempre se iniciam, mais aqueles que você usa e que se iniciam automaticamente também (como seu antivírus, o firewall, etc). Com base nisso, você pode ir tentando fechar os malwares. Na dúvida, uma dica é copiar o nome do programa e jogar no Google. Se for um malware conhecido, provavelmente você irá encontrar páginas (normalmente de fóruns) relatando-o. Aí não resta dúvida, basta fechá-lo.
Infelizmente o gerenciador de tarefas do Windows pode ser facilmente corrompido ou modificado, e é possível que um programa nem apareça nele. Além disso, alguns malwares bloqueiam o gerenciador de tarefas (usando recursos do próprio Windows, por incrível que possa parecer!). Eu até poderia me aprofundar um pouco mais, mas a idéia é prestar os “primeiros-socorros” a usuários iniciantes!
Continuando… O objetivo é fechar o programa “à força”, “matar o processo”, como se diz. O sistema operacional finaliza o programa e libera os recursos usados por ele (como a memória) sem notificá-lo. Algumas vezes complica um pouco, pois malwares mais elaborados podem manter duas instâncias de si mesmo, e se uma for fechada logo a outra detecta e a reabre. Mas com um pouco de paciência e prática, dá para se virar e tomar o controle. Afinal, o computador é seu, não do malware.
Pode ocorrer de você fechar um programa inofensivo realmente, por desconhecer o nome dele. Normalmente isso não lhe trará problema algum, bastará reabrir o programa que foi fechado depois. Tome o cuidado de não manter arquivos abertos ou documentos não salvos enquanto fecha os programas suspeitos, e também evite fazer isso conectado à Internet. Isso porque você pode, sem querer, fechar seu firewall e continuar por horas navegando – sem perceber que abriu as portas do seu computador para o mundo.
Bem… Fechado o programa, você pode excluir o arquivo correspondente a ele. Tome cuidado aqui, para não excluir um arquivo errado, do sistema ou de outro programa bom que você use. Antes de excluir é bom pesquisar na Internet pelo nome do executável, ou então movê-lo para uma outra pasta, ou mesmo renomeá-lo com outra extensão (por exemplo, “coisax.exe” viraria “coisax.123”).
Para excluir, você deverá saber onde se encontra o arquivo. A maioria dos spywares são instalados na pasta “system32” (creio que escolhem essa por ser uma pasta de sistema, que ainda por cima contém muitos arquivos), assim fica difícil encontrar “suspeitos” apenas olhando lá dentro. Uma dica é usar a pesquisa do sistema operacional, aquele “Pesquisar” do Iniciar, jogando o nome do arquivo desejado. Nessa tarefa, algumas configurações do Windows acabam atrapalhando. Para ficar mais seguro para você, altere estas opções:
- Na guia “Modos de exibição” das opções de pasta (menu “Ferramentas > Opções de pasta”, do Windows Explorer), marque o item “Mostrar todos os arquivos” na categoria “Arquivos ocultos”. E desmarque o “Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional”. Ainda ali, desmarque a opção que oculta as extensões dos arquivos. Depois disso, basta tomar cuidado ao renomear seus arquivos, onde você deverá digitar o nome junto com a extensão, e não apague alguns arquivos que “aparecerão” na unidade C:, como boot.ini, ntldr, etc. Esses arquivos são do sistema e ficam ocultos por padrão. Pedi para exibi-los pois assim ele não ocultará os outros arquivos, facilitando a localização dos malwares, inclusive usando o “Pesquisar”.
Pronto. Agora ficou mais fácil localizar o arquivo no disco e excluí-lo.
Voltando… Dizia eu que quase sempre os spywares estarão dentro da pasta system32, ou pelo menos na pasta do Windows… Então, mande pesquisar na pasta “C:windows” incluindo subpastas; caso não o encontre ali, mande buscar então em todos os discos rígidos locais. Pesquisando apenas na pasta do Windows a pesquisa será mais rápida, já que o buscador não terá que vasculhar todo o seu HD.
Fechado o programa, excluído o arquivo, agora falta remover o ponto de entrada de inicialização, que faz com que o programa seja carregado durante o boot do sistema. Os programas que se iniciam junto com o computador podem ficar configurados em alguns lugares diferentes no Windows. Uma forma básica de ver isso é usar o MSConfig, programinha que já vem com o Windows (exceto NT e 2000) e que lista os programas abertos.
Clique no “Iniciar > Executar”, digite msconfig e tecle enter. Na aba “Inicializar”, localize os itens desejados e desmarque o suposto malware. Depois de desmarcado, clique em Aplicar > OK. Ele pedirá para reiniciar o computador, fica a seu critério reiniciar no momento ou depois.
Dica: desativando outros itens desnecessários pelo MSConfig também, fará com que o computador inicie um pouco mais rápido e use menos memória; mas cuidado para não desativar programas importantes, como o firewall, antivírus (se você usar), etc.
Importante: sempre remova a entrada de inicialização do programa com ele fechado. Se você não fizer isso, alguns programas ficam regravando as chaves no registro enquanto estão abertos, justamente para que se você remova, logo eles regravam e serão inicializados depois, na maior cara de pau. Com eles fechados, simplesmente não têm como regravar.
Nem sempre será fácil remover programas indesejados dessa forma, mas boa parte deles podem ser removidos assim, por incrível que possa parecer!
Windows bloqueado?
Alguns spywares e malwares em geral desativam componentes do Windows, usando recursos do próprio sistema.
Isso é possível porque o Windows foi projetado para suportar diretivas de empresas e grupos, onde os funcionários podem usar os computadores, mas não alterar configurações. Alguns spywares dão uma de “administradores” no seu sistema, bloqueando diversas coisas. Entre as mais visadas estão o bloqueio da página inicial do Internet Explorer, a edição do registro pelo regedit, de forma que você não consegue abri-lo nem usar os arquivos “.reg”, e em alguns casos, bloqueiam até o gerenciador de tarefas, para evitar que sejam fechados.
*Mais duas informações úteis:
- Apenas para constar e/ou lembrar: A maioria dos spywares não têm janelas visíveis, mas têm janelas ou pelo menos controles que não ficam visíveis mas são listados.
- Diversos spywares usam nomes com XXX alguma coisa (referentes à pornografia), hk (da palavra “hacker”), ou somente números. Mas não há regras, você terá que caçar um pouco, e qualquer coisa, o Google está à disposição para nos ajudar!
O Windows é seguro?
Até aqui vimos como tentar remover pragas que já foram instaladas. Mas… O melhor é prevenir, não remediar, não é? Vamos a algumas dicas então, que a maioria acha que todo mundo já está careca de saber (mas infelizmente, não é bem assim).
Use conta limitada (não de administrador) no dia-a-dia se puder, e mantenha o HD formatado em NTFS. Isso, é muito mais seguro, apesar de não ser agradável para o uso de alguns programas. Navegando assim, os malwares não poderão se instalar em pastas do sistema (como a system32, dentro da pasta do Windows) e não afetarão as outras contas de usuário, caso haja outros perfis no mesmo PC. É possível também rodar o IE (ou outro programa qualquer) como administrador, porém, sem direitos administrativos.
Use um firewall bom. O ideal é instalar um firewall de terceiros, que proteja o computador tanto de conexões de entrada como de saída, dando a possibilidade de você decidir se elas devem ser liberadas ou não. (Dois que possuem versões gratuitas e são bastante usados são o ZoneAlarm e o Comodo).
Como saber se o sistema está infectado?
Se aparentemente seu computador funciona normal, e você quer saber se ele está infectado, pode valer a pena rodar um anti-spyware (como o SpyBot) ou até mesmo um antivírus, mandando fazer uma varredura completa. Aqui usamos os programas para aproveitar o tempo de processamento do computador, sua agilidade em comparar informações, em varrer vários arquivos e chaves do registro em busca de spywares conhecidos, etc.
Além de usar programas de detecção, vale observar o gerenciador de tarefas de tempos em tempos, o MSConfig, e ver se nada de estranho ou novo aparece por ali, sem que você tenha instalado.
Mas… Você quer segurança?
Simples: Basta manter o Windows atualizado, um firewall ativo (isso é essencial!) e o principal: não sair executando qualquer coisa que chegue por email, não instalar controles Active-X no IE de sites suspeitos, não instalar qualquer barra de ferramentas no IE (elas atuam como programas, podendo fazer o que quiser!), não baixar anexos de emails suspeitos, sempre confirmar com quem lhe enviou antes de abrir um link de algum arquivo executável para baixar (principalmente se for de extensão .exe, .com, .bat, .cmd, .scr, .pif), etc.
Na sugestão de configuração mais acima, pedi para mostrar todas as extensões. Isso pode parecer ruim num primeiro momento para usuários básicos, mas permite que você identifique melhor o arquivo. Alguns mal intencionados colocam duas extensões nos arquivos, por exemplo, foto.jpg.exe. A última é a que vale: “foto.jpg.exe” é um programa, não uma imagem. Se as extensões não fossem mostradas, o Windows exibiria apenas “foto.jpg”, e os mais inocentes poderiam abrir, rodando o malware. Com elas sendo mostradas, você sempre verá a extensão real. Se você der um duplo clique num malware ou vírus, estará autorizando a execução dele no computador, estará fazendo justamente o que o autor dele quis.
E… PRA ENCERRAR…
Não é que o Windows seja tão inseguro é a falta de informação e conhecimento que o torna assim.
[Autor do texto: Marcos Elias Picão / (editado por: Toni Info ©)]
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